
Chico Science (1966-1997) encarou o mangue como metáfora viva: raízes na lama, copa aberta ao vento salgado. Sua música foi laboratório de identidade sem parochialismo.
Para o aprendiz, ele sugere curiosidade técnica aliada à responsabilidade política: inovar sem romper o vínculo com o chão que sustenta o som.
Sua carreira curta concentrou intensidade rara; o nome histórico lembra que o tempo na Loja também é finito — importa a qualidade do que se planta em cada sessão.
Como patrono simbólico, convida a traduzir linguagens diferentes em diálogo fraterno: o futuro da arte e do ritual passa por pontes, não por muros.






















