
Zé Rodrix (1947-2009) circulou por palcos, estúdios e trilhas com a leveza de quem domina o ofício. Sua música soube ser popular sem ser rasa, e erudita sem ser inacessível.
O mestre de banquetes que o homenageia aprende que convívio fraterno pede ritmo: alternância entre discurso e silêncio, entre prato forte e sobremesa simbólica, entre solenidade e descontração responsável.
Rodrix lembra que hospitalidade cultural amplia a mesa: acolher gostos diversos, respeitar gerações distintas e não tratar tradição como museu empoeirado.
Como patrono simbólico, sugere criatividade no serviço e alegria contida — o tipo de humor que aproxima sem humilhar, e que faz da refeição ritual um verdadeiro reencontro.






















