
Marcelo Yuka (1965-2019) soube transformar o palco em tribuna sem perder musicalidade: cada batida sustentava ideias sobre moradia, medo e dignidade.
Sua biografia pessoal cruzou ferimento e renascimento simbólico; para o aprendiz, isso fala de resiliência com rosto humano — continuar o ofício mesmo quando o corpo cobra preço.
O nome histórico que evoca Yuka reforça o dever de paz: denunciar a guerra urbana sem alimentar o espírito de vingança, preferindo a construção coletiva.
Na Loja, seu exemplo pede coerência entre o que se declara no rap e o que se pratica na convivência: palavra firme, mão estendida, silêncio quando o ruído não edifica.






















